Dos filhos deste solo és mãe gentil (1 Ts.2:7 b)

Filhos deste solo que incitam violência e barbáries como as que vimos em Suzano-SP.

Filhos deste solo que geram conteúdos suicidas em forma de vírus em vídeos destinados a crianças pequenas.

Filhos deste solo sem compromisso com a Verdade representando o Brasil em reuniões da ONU.

Filhos deste solo, representantes da “justiça”, agredindo verbalmente (a quem entendem ser) seus opositores, ao mentir sem nenhum escrúpulo em defesa da corrupção que corroeu a riqueza do país.

A lista é imensa, e tenho certeza de que você incluiria muito outros fatos recentes, mas estes são somente alguns desta última semana.

Num país em que a educação das últimas décadas se preocupou somente em des-educar e an-alfabetizar, temos visto adolescentes que não entendem o que cantam, quando cantam, no Hino Nacional brasileiro.

Segue-se a definição de gentil, segundo o dicionário Webster 1828:
Suave; manso; brando; não áspero; domado; pacífico; não selvagem, turbulento ou refratário; calmo; não violento; cavalheiro.

Filhos são o reflexo dos pais. Ou deveriam ser, quando a ordem de Deus em Deuteronômio 6:4-7 fosse seguida – ”Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças.
Ensine [as minhas Palavras] com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.” . O que vemos, no entanto, são filhos abandonados à própria sorte espiritualmente, emocionalmente, socialmente, intelectualmente e enfim, fisicamente. Presentes substituem a presença. Coisas substituem o amor. Desconexão afetiva, emocional, histórica. Procedência só na árvore genealógica. Em tudo o mais, pais e filhos separados por um abismo de linguagens diferentes, hábitos diferentes, ideias diferentes, corações diferentes. Filhos carentes, pais carentes. Ninguém gentil.

Pais cristãos, a Verdade do Evangelho nos resgatou da nossa vã maneira de viver!

Será que estamos atendendo nossa responsabilidade diante de Deus como “pais dos filhos deste solo”, amando sacrificialmente com atitudes, ao educarmos nossos filhos no temor do Senhor para serem os pais das próximas gerações? Ou vamos engrossar as fileiras dos pais que terceirizam a educação de seus filhos para as más influências, para os youtubers, os bloggers, para os doutrinadores, para a Netflix, para os games, e perpetuando assim o roubo, a morte e a destruição?

Ame seu filho a ponto de dar a vida por ele. A ponto de abrir mão de sua vida, sacrificialmente, por ele. A ponto de levá-lo a Cristo, de orar por ele, de orar com ele. De dialogar com ele, de ouvi-lo. De reproduzir nele o seu coração. De ensinar-lhe a ser gentil. De ensinar-lhe a amar.
Mais do que com suas palavras, com suas atitudes.

“Esta é a mensagem que vocês ouviram desde o princípio: que nos amemos uns aos outros.
Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte.
Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos [ nossos filhos].
Filhinhos, não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.”
‭‭1 João‬ ‭3:11, 14, 16, 18


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